Ela recusou £200.000 e criou um dos melhores jogos VR de 2018, com Ana Ribeiro

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Se você tem algum interesse em jogos de Realidade Virtual ou se sente inspirado com histórias de pessoas que superaram todas as adversidades para trabalhar com jogos, você não pode perder o episódio de hoje do podcast.

Eu quero te apresentar a Ana Ribeiro, uma das pioneiras de jogos VR no Brasil e criadora do premiado jogo Pixel Ripped 1989.

Ela é formada em Psicologia, mas entrou num concurso no Tribunal de Justiça do Maranhão logo que saiu da Universidade e em um momento decidiu deixar tudo pra trás para ir com tudo na área de desenvolvimento de games.

Na jornada dela tem uma fase vendendo empadas, um mestrado em jogos no Reino Unido, recusa de investimento no jogo, uma campanha no Kickstarter que não deu certo, participação numa aceleradora no Vale do Silício… enfim, já deu pra entender que ela já passou por muita coisa e tem bastante experiência para compartilhar.

Assista à entrevista completa para saber

  • Como foi sair faculdade de psicologia para um concurso público e depois abrir mão de tudo para desenvolver jogos;
  • Como ela se tornou uma das pioneiras em Realidade Virtual do Brasil;
  • Conseguindo destaque com um demo do jogo na loja da Oculus;
  • Experiências de investimento na Europa e nos Estados Unidos;
  • Algumas dificuldade de continuar o desenvolvimento do Pixel Ripped;
  • Ana conta como é o Pixel Ripped 1989, sua visão para o projeto e como teve a ideia de desenvolvê-lo;
  • Conselho para quem está começando agora do zero;
  • As ferramentas que usa no dia a dia.

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Agora eu gostaria de ouvir de você: Qual foi a sacada mais importante que você tirou desse episódio?

E, mais importante, que ação você vai tomar para implementar essa sacada no seu jogo, na sua carreira, ou na sua empresa de jogos?

Importante: Compartilhe suas ideias e sacadas dessa entrevista diretamente nos comentários abaixo.

Obrigado por assistir e compartilhe com seus amigos que você acha que precisam escutar esse episódio!

Até o próximo,

Raphael